Atualizando a bagaça:
- a Marina ganhou o iPod dela. Nossa, não agüentava mais ela me infernizando a vida, "cadê meu iPod, eu quero meu iPod, vou morrer se não tiver um iPod, a Rafa tem um iPod, todo mundo tem iPod, por que eu não tenho um iPod"? Não foi presente meu, que eu sou pobre e não posso bancar esses luxos, foi uma vaquinha do meu irmão, do pai dela e da minha vó (minha vó não sabe o que é um iPod, mas ela deu 500 reais pra Marina)
- fiquei, aliás, até 2 e meia da manhã de ontem tentando instalar a josta do iPod (outro dia eu comecei a fuçar no drive de CD, porque tinha outros dois drives velhos guardados por aí e eu fui testá-los. Eles funcionam, olha que coisa impressionante. Bom, mais impressionante ainda é que depois de testar os outros drives fui tentar reinstalar o que estava aqui antes, mas não funcionou mais. Juro que não fiz nada, só desconectei aqui e ali e conectei o mesmo aqui e o mesmo ali de antes.) e, sem poder instalar o Cd que veio com ele, tivemos que baixar o programa, e sei lá o que ela fez, só sei que cheguei aqui no PC lá pra uma da manhã, e já tava podre, porque tinha acordado cedo, e a bosta não funcionava, mas mesmo assim eu fiquei até fazer o bicho funcionar, porque ela queria "estrear" a josta do iPod hoje, dia de Natal, e o que a gente não faz pelos filhos, né.
- Durante o almoço, que foi no Tertúlia, churrascaria rodízio de Santos (que eu não gosto, mas meu restaurante preferido de lá não abre no dia de Natal mesmo, então só o que resta é ele), ela pôs um dos fones na minha orelha e tava rolando Legião Urbana: "filha, você gastou 900 reais pra ouvir isso? Fala sério". Ela riu.
- Rolou amigo secreto na véspera de Natal, daqueles de "roubar" o presente. Estavam aqui meu tio de Rio Preto, a ex-mulher dele (ele casou de novo há alguns meses mas os filhos, apesar de serem marmanjos de quase 30 anos de idade, não aceitam a atual mulher, então ela não veio), minha prima, meu primo, meu irmão, minha cunhada, meu sobrinhico fofico lindo e meu ex-marido, é, o pai da Marina. Fazer o quê. Por mim ele não vinha, mas a Marina convidou. Eu sou civilizada, super civilizada. Apenas ignorei-o, não maltratei ninguém.
- Acabei ficando com um chocolate Lindt com amêndoas, que foi o presente que meu ex trouxe. Pior foi minha mãe, que acabou o jogo com uma lata de bolacha. E a Marina ficou com uma calculadorazinha minúscula, bonitinha, mas tem gente que ainda usa calculadora? Eu uso a do Windows ou a do celular, sei lá. É a vida. Podia ser bem pior. Muito piores são esses amigos secretos que não têm a opção de "roubar" o presente do outro. Você ganha aquela bosta e ferrou, tem que ficar com o mico (ou tentar empurrá-lo pra alguém no ano seguinte). Eu odeio amigo secreto, aliás. Odeio inimigo secreto também, e amigo não secreto, e segredo não amigável. Tá me dando uma revolta aqui de repente hahahaaa.
- O rango da véspera. Bom, o rango foi chester, que a Marina queria porque queria (como é mimada essa menina, tsc), tender (que eu queria porque queria, como eu sou mimada), lasanha, oh, yes, lasanha, lasanha lasanhaaaaaaaaaa, que mais... farofa (minha mãe faz uma farofa que é uma coisa de louco), outras coisas que não me lembro agora e casquinha de siri, feita por moi, rainha dos siris hahaahha - e ficou boa pra caray, a modéstia que se dane.
- então fomos pra Ilha de Ursos (aka Ilha de Siris, aka Ilha de Toscos) pra almoçar com a minha vó, ah, sei lá, nem sei o que dizer sobre isso. Amanhã posto as fotos. Vi um urso de sunguinha atravessando a rua, mas não consegui fotografá-lo. Eles são uma espécie muito comum por lá, mas são ariscos, por incrível que pareça (hahaaaahha, inventei essa merda agora).
- fomos depois do almoço no Orquidário, a família inteira. Eu amo o Orquidário, que é do lado da casa da minha vó, e, pra quem não se lembra (ou não leu na época), minha ex-tartaruga, a Tata, mora lá já há alguns anos. Eu gostaria de morar lá no laguinho do parque, sério. É, talvez eu seja uma tartaruga.
- Quê mais... ah, ganhei um vale de 50 reais da Saraiva, dinheiro da minha vó (isso é que é vó, o resto é lixo), um chaveiro de peixe da Happy Days da Marina (é a loja preferida dela), hm, hm, quê mais... só.
- Minha mãe ganhou um celular do meu irmão e ficou puta da vida "vai devolver! Não quero! Você quer controlar minha vida! Eu não gosto dessas coisas modernas!", e eu nem falei nada, só ri internamente, porque eu conheço a véia muito bem - dei um quebra-cabeça que deve ter custado apenas 10% do valor do celular, mas ela gostou. Ela coleciona quebra-cabeças, tem uns 20 já, ela gosta dos de 500 peças, nem 100 nem mil.
- e depois eu conto o resto, ou não.
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