quarta-feira, dezembro 21, 2005

Dia livre para compras

Fomos conhecer o incrível novo (e primeiro e provavelmente o último) shopping da cidade. Recomendo esse shopping para as compras de Natal, sabe. Tem vaga pra estacionar pertinho da entrada. (Aliás, ao parar o carro saíram na janela, ao mesmo tempo, duas donas de lojas, uma do lado da outra, foi engraçado. "Ê ê ê, até que enfim chegou alguém!", devem ter pensado.)

Deve ser o único shopping vazio do mundo na época de Natal. Também, só tem 5 lojas funcionando. Deserto, totalmente deserto. Legal, eu gostei ahhahaa. Odeio gente em grandes quantidades. Claro que também não compramos bosta nenhuma, o que foi bom. Não gastamos nada. ha ha

E esse foi o incrível relato da ida ao shopping.

Bom, aí nós fomos para o centro da cidade. Tem umas lojas de 1,99 legais e compramos várias coisas completamente inúteis.

Tem também a Lojas Vest Legal. O nome é tão horrível que a gente simplesmente tinha que ir lá. "Lojas Vest Legal, onde tudo lhe cai mal". Caraca, ainda bem que no terceiro colegial desisti da idéia absurda de ser publicitária. Enfim.

Fomos lá pra comprar presentes pro caseiro e pra caseira, coitados. hahhahaha Mas o pior é que a loja é cara, caríssima. Roupas medonhas (ou "medonhices", como diria minha mãe) por 40, 50 reais. Surtaram, fala sério. Aí eu comprei umas camisetas baratinhas pra eles*. A loja ainda usa os primitivos métodos: a vendedora preenche um papel, você fica na fila do caixa e depois retira no setor de pacotes, que leva uma semana pra embrulhar as tosqueiras. A Marina nunca tinha visto isso. Ficamos um tempão lá na fila, naquele calor, e podemos garantir que nunca mais pretendemos pisar nas Lojas Vest Legal - aliás, por mim nem naquela cidade eu pisava mais, mas é a vida.

Ah, sim, fomos também na livraria. É a única livraria da cidade, abriu no ano passado. Vai fechar logo, tenho certeza. Também não sou dessas que acham que "oh, o mundo precisa de mais livrarias". Pra quê? Pra vender mais Paulo Coelho, Código da Vinci e auto-ajudas em geral? Ah, vão ler revista, jornal, sei lá. Qualquer merda é melhor que ler essas coisas.

Compramos um livro pra minha cunhada, mas não me perguntem o nome nem o autor hahahha. Esqueci completamente, é de um cara aí, sei lá. hahhahahhaha


(*) pelamordedeus, não me venham com mais valia. Mais valia ficar quieto nessa hora. Eles ganham os salários deles, tem todos os direitos trabalhistas, são tratados com todo o respeito e como pessoas da família (pela minha mãe, que é uma maternalista e diz que o caseiro é "como um filho pra ela". Coitado. ha ha).

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