terça-feira, outubro 10, 2017

Disgupem o sumiço

Alguém aqui ainda? Eeeeeeeeeeeeeee! Oiiiiii!

Não, ainda não morri! Eeeeeeeeeeee!?

Estou aqui, vivendo no campo, prantanu e coienu as coisa que a natureza dá, viva a mãe natureza! (hahahaha sim, pirei um pouco mais do que o normal.)

Desculpem mesmo, viu, leitores? Estou pensando em criar um outro blog sobre a minha vida nada loka no campo, porque aqui, nesta ilha, não tenho mais o que dizer (oi, nunca teve?).

Resumindo: não morri, não casei, moro na zona rural com muito orgulho (hahahaha) e tenho dois cães (vira-latas, perifa é nóis): o Lino e a Evelyn.

Boá e Ind são passado (que plot twist, hein? A pessoa tinha dois hómi e agora não tem nenhum, mas perguntem qual é mais feliz? Eu, antes só do que mal acompanhada).

Marina, minha filha, veio morar comigo. Fazia tempo que minha filha não morava comigo e isso me faz feliz.

Então agora sou eu, minha filha, o Lino, a Evelyn e as duas gatas da Marina habitando este local. Fora os lagartos, as maritacas, os morcegos e etc. Muita gente. hahaahha "gente"

Deixa eu achar fotos deles, pera.


 
Esse é o Lino. Esta foto não faz jus à beleza dele. Ele é meu ursinho fofo, uma peste dos infernos que destrói tudo, late que nem uma besta sem parar e só me faz passar vergonha, mas eu amo ele mesmo assim
 
 

Essa é a Evelyn (o nome dela vem da música "Evelyn, a modified dog"). Ela é uma peste também, faz buracos na grama sem parar, come tudo o que aparece pela frente (parece eu) e fede mais do que o normal para uma cã de pelo curto, mas eu amo ela mesmo assim. Na foto, ela está com um pinto na boca (parece eu) [é uma história meio triste, um dia acordei e tinha um pintinho morto no capacho da frente. Não perguntem, não sei onde eles acharam isso, não sei quem matou, quem morreu, e não quero saber.]

 


Essa é a Marie Curie. Foto horrorosa, mas foi a que encontrei. Ela é uma palhaça épica.
 
 
 
A Marina e a Lynn. A foto não faz jus à beleza delas, mas foi a que encontrei.
 
 
 

E é isso. Poderia passar horas postando fotos das minhas plantinhas e etc, mas nobody yes door (ninguém se importa).

Se eu não voltar, não estranhem. Trabalho que nem uma desgraçada aqui na roça (hahahaa), mas é sério. É o mato que aparece, a piscina pra limpar, a grama crescendo, os bichos, as plantinhas, a horta, o vento que derruba a bananeira, as formigas atacando tudo, a revoada de aleluias, é o não sei quê, é uma trabalheira que não tem fim. Adoro. Nunca estive tão viva (tá, já estive bem viva, mas TÃO viva assim, fazia tempo).

6 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Sim, eu, a que te mandou email. Ainda estou com o link no meu feed, e foi ótimo ler um novo post :)

21:17  
Blogger Danielle disse...

Mas Silvia, como faz isso com a gente? Mulherrrrrrrrrrrrrrrrrr! Que bom que vc tá beme feliz! De vez em quando apareça aqui! Não nos abandone. Sei que tem ótimas histórias pra contar mesmo na roça. Beijossss

17:21  
Blogger Diógenes Pacheco disse...

Figura!
Some não!

22:37  
Blogger cks disse...

De vez em quando, venho aqui ver se tem postagem. Por onde andas?

15:53  
Blogger Silvia Whatever disse...

Pessoaaaas, eu sei que faz uns 3 anos que vcs fizeram esses comentários, mas que saudades! Cadê vcs agora, onde estão vcs nessa pandemia, voltem! :D beijos

22:21  
Blogger cks disse...

Silvia, me adiciona no Facebook. Estou como Carla Gonçalves.

20:31  

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